2ª Edição | Lisboa

Bem-vindo(a) à 2ª edição.

O Coaching for Development  (C4D) é um 
projeto
 sem 
fins 
lucrativos organizado pela Young Crew Portugal – um grupo de jovens estudantes e profissionais gestores de projecto integrados na APOGEP – Associação Portuguesa de Gestão de Projectos e na IPMA – International Project Management Association – 
que 
procura
 colocar a Gestão de Projetos ao serviço do Desenvolvimento, apoiando 
projetos 
de 
Desenvolvimento 
Local
 levados a cabo por organizações (ONG’s, Associações, PME’s) e equipas de projeto, direcionados para o combate à pobreza e desigualdades locais e globais, seja pela criação de postos de trabalho, de oportunidades de educação ou qualquer outra problemática abordada de forma insuficiente pelos governos locais e com impacto social e local.

A ação irá decorrer ao longo do segundo semestre de 2013, com data de lançamento marcada para 28 de Junho de 2013, nas instalações da APOGEP, em Lisboa, e consistirá num programa de formação em Gestão de Projetos, Coaching aplicado aos projetos e keynotes, integrados numa estrutura flexível por forma a potenciar os projetos de Desenvolvimento selecionados.

A participação neste projeto é gratuita e sujeita a seleção, constituindo-se como uma oportunidade única de alavancagem dos projetos submetidos e de networking na área. Podes consultar o programa no menu lateral.

Os requisitos e critérios de seleção são:

Requisitos: 

  • ter um projeto de Desenvolvimento Local em fase de inicial ou já em fase de implementação, com impacto ao nível local (Portugal) ou em Países em Desenvolvimento ou emergentes;
  • ter uma equipa constituída – mínimo 2 pessoas;
  • embora não sendo requisito obrigatório, daremos preferência a projetos que estejam integrados numa organização, que demonstrem estrutura em termos de implementação e estarem já avançados ao nível do desenvolvimento da ideia de projeto.

Critérios de selecção de projectos

  • Impacto (tem o potencial de criar um impacto positivo nas vidas das pessoas da comunidade?);
  • Enquadramento local (tira partido das potencialidades da região? Envolve mão de obra local?);
  • Sustentabilidade (está estruturado e tem potencial para manter-se ao longo do tempo, procurando o estabelecimento de parcerias e fazendo uma gestão adequada, eficiente e eficaz dos recursos humanos, financeiros, materiais e meio-ambientais?);
  • Enfoque de equidade (tem em consideração os diferentes obstáculos que dificultam o acesso e participação dos grupos sociais mais desfavorecidos?).